A bandeira do nosso país levada por todo o mundo. Força Amigo
(Retirada da página de fãs de Rui Costa. Feita por Nuno Larguinho)
(Retirada da página de fãs de Rui Costa. Feita por Nuno Larguinho)
Um sprint vitorioso com lágrimas no pódio.
Cavendish foi o homem mais forte de todo o pelotão, comemorando com bastante euforia esta sua vitória.
Atrás do britânico ficaram Gerald Ciolek (Milram) e de Edvalb Boasson Hagen (Team Sky), segundo e terceiro classificados.
Esta etapa foi a segunda considerada de transição, assim sendo a geral manteve-se inalterada, com o suíço com Fabian Cancellara a manter a camisola de líder.
Com os principais favoritos ainda em recuperação das atribuladas etapas do inicio deste Tour, o protagonismo da etapa coube a três ciclistas que fizeram grande parte da etapa em fuga.
Com cerca de quinze quilómetros percorridos, José Iván Gutiérrez (Caisse d’Epargne), Van de Walle (Quick Step) e El Fares (Cofidis), lançaram a fuga que chegou a ter oito minutos de avanço para o pelotão.
A vantagem já era alguma, e as equipas dos sprinters lançaram-se na perseguição a este trio. Destes três ciclistas o campeão de nacional de fundo espanhol José Iván Gutiérrez (Caisse d’Epargne), foi o mais resistente, tendo sido alcançado a cerca de três quilómetros do risco de meta.
Os dois portugueses em prova cortaram a meta no pelotão principal, tendo-lhes sido atribuídos o tempo do vencedor.
Na classificação geral, Rui Costa é o 38.º, a 3m14s, e Sérgio Paulinho (RadioShack) é o 121.º, a 12m17s.
Rui Costa já falou aos seus fãs no local do costume, na sua página de fãs no Facebook.
“Hoje, apesar de uma etapa mais longa foi, à semelhança da de ontem, bastante tranquila. O pior foi mesmo o calor imenso que se fazia sentir, uma temperatura média de 42ºC, onde o asfalto chegou a atingir 61ºC.
Fiz uma corrida calma, sempre no seio do pelotão, de forma a poupar alguma energia para os dias duros que se avizinham.
Não me sinto mal, mas também não estou no meu melhor, vou passando um dia de cada vez na esperança sempre presente de chegar bem a Paris.
Amanhã é uma etapa com 4 contagens de 4.ª categoria, o que provocará algum desgaste acrescido, não só pela nova presença do calor, mas dos imensos quilómetros nela contidos.
Boa noite, caros amigos(as). :-)
Obrigado pelas vossas amáveis palavras.”
Amanhã corre-se a sexta etapa. Esta será a etapa mais extensa da prova de 2010, 227.5 quilómetros com partida de Montargis e chegada a Gueugnon. Será uma etapa com quatro contagens de montanha mas que não deverá fazer mossa aos sprinters que precisam de vencer antes da entrada nos Alpes.

2 comentários:
Desde a foto ao texto: um ESPECTÁCULO, como diz o Fernando Mendes da RTP. hehe.
:)
10500 VISITAS???
Ó Marco, quando eu for crescida quero ter assim um site com tanto sucesso como este. PARABÉNS!
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