Coimbra no dia do trabalhador.
Para hoje tinha em mente um treino plano pelas praias com o Amigo Faísca. Mas quis o destino, ou terá sido o vento? Que mudássemos de rumo e fossemos um pouco à descoberta onde o objectivo seria passar pela famosa subida do Caneiro para o Roxo.
Roxos, pretos, vermelhos, azuis, verdes e afins chegámos nós ao final da subida. Sofrer a bom sofrer! No final acabou por valer a pena. A "cidade", como carinhosamente apelidámos a aldeia, é algom fantástico! Um ambiente 100% rural com ruas e casas a condizer. Adorámos!
Depois foi praticamente sempre a descer até à cidade dos estudantes: Coimbra onde parámos para reabastecer numa esplanada na Praça da República rumando depois ao Terreiro da Erva (local da foto) onde fomos brindados com musica de Zeca Afonso em vez do tradicional fado de Coimbra.
O motor já dava sinais de cansaço, a subida rebentou-me... Mas a cidade transmitia Paz e harmonia por as suas ruas com casas seculares. Que beleza.
Decidimos ir virados a Cantanhede onde nos custou bastante a chegar devido ao forte vento de frente que se mantinha constante e vem forte. Há vez fomos puxando e lá íamos conseguindo progredir a um bom ritmo, sem vento seria perfeito. Já nas 7 fontes tivemos direito a lanche no parque... o Tó viu uma "velha" Amiga da universidade que festejava os anos do filho. Lá tivemos de comer uma fatia de bolo que soube mesmo bem :)
Depois foi sempre a dar calor nos pedais até casa e terminar mais uma belo treino com 3 dígitos e acumular kms/horas nas pernas.
Senti algum cansaço acumulado mas nada de especial. O pulso subiu quase ao máximo durante a subida e mesmo a rolar contra o vento. Pudera... o esforço ao qual esteve sujeito não poderia esperar muito mais.
Amanhã será dia de ginásio pois preciso descansar o motor e assim aproveito para trabalhar tronco. A bike volta sexta ao fim do dia para mais umas pedaladas.
Obrigado pela visita,
Roxos, pretos, vermelhos, azuis, verdes e afins chegámos nós ao final da subida. Sofrer a bom sofrer! No final acabou por valer a pena. A "cidade", como carinhosamente apelidámos a aldeia, é algom fantástico! Um ambiente 100% rural com ruas e casas a condizer. Adorámos!
Depois foi praticamente sempre a descer até à cidade dos estudantes: Coimbra onde parámos para reabastecer numa esplanada na Praça da República rumando depois ao Terreiro da Erva (local da foto) onde fomos brindados com musica de Zeca Afonso em vez do tradicional fado de Coimbra.
O motor já dava sinais de cansaço, a subida rebentou-me... Mas a cidade transmitia Paz e harmonia por as suas ruas com casas seculares. Que beleza.
Decidimos ir virados a Cantanhede onde nos custou bastante a chegar devido ao forte vento de frente que se mantinha constante e vem forte. Há vez fomos puxando e lá íamos conseguindo progredir a um bom ritmo, sem vento seria perfeito. Já nas 7 fontes tivemos direito a lanche no parque... o Tó viu uma "velha" Amiga da universidade que festejava os anos do filho. Lá tivemos de comer uma fatia de bolo que soube mesmo bem :)
Depois foi sempre a dar calor nos pedais até casa e terminar mais uma belo treino com 3 dígitos e acumular kms/horas nas pernas.
Senti algum cansaço acumulado mas nada de especial. O pulso subiu quase ao máximo durante a subida e mesmo a rolar contra o vento. Pudera... o esforço ao qual esteve sujeito não poderia esperar muito mais.
Amanhã será dia de ginásio pois preciso descansar o motor e assim aproveito para trabalhar tronco. A bike volta sexta ao fim do dia para mais umas pedaladas.
Obrigado pela visita,
Marco Guerra

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