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Vitória caseira na sétima etapa do Tour.
Com esta vitória o ciclista da Quick Step sobe ao lugar mais alto do pódio, vestindo a camisola amarela que estava na posse do suíço Fabian Cancellara.
Os principais favoritos à vitória final não quiseram gastar as energias nesta primeira passagem pela montanha, mantendo-se sempre junto do pelotão que viria a cortar a linha de meta com 1m47s de atraso para o vencedor.
Esta etapa correu muito bem à equipa Quick Step, que venceu a etapa, recuperou a amarela e cimentou a liderança na classificação da montanha através do seu corredor, o francês Jerôme Pineau. A disputa por esta camisola levou a uma fuga cinco ciclistaslogo ao quilómetro cinco, onde seguiram: Rubén Pérez (Euskaltel-Euskadi), Jerome Pineau (Quick Step), Christian Knees (Milram), Samuel Dumoulin (Cofidis) e Danilo Hondo (Lampre-Farnese Vini).
Os fugitivos conseguiram uma diferença de 8m45s de vantagem para o pelotão onde os principais candidatos não se mexeram do local onde iam dando assim o protagonismo da etapa a outras equipas que ninguém esperava que o pudessem ter.
Os primeiros a rebocar o pelotão foram os ciclistas da Bbox Bouygues Telecom, preparando assim o ataque do campeão francês, Thomas Voeckler, que viria a acontecer quando faltavam quarenta quilómetros para a meta. Com o francês acabariam por ir cinco adversários entre os quais se destacavam: Damiano Cunego (Lampre-Farnese Vini) Rafael Valls (Footon-Servetto). Este quinteto viu-se perseguido por Chavanel, Juan Manuel Garate (Rabobank), Daniel Moreno (Omega Pharma-Lotto) e Alexandr Kolobnev (Katusha), nesta altura da corrida pressentia-se que os ciclistas que saíram mais tarde do pelotão poderiam marcar a história da etapa na aproximação ao final que estava instalado numa estação de esqui.
A etapa estava condenada a muitas movimentações. A Quick Step tinha um trunfo na manga e decidiu mexer de novo nas contas das outras equipas.
Pineau isolou-se no comando da etapa, mas Chavanel atacou no grupo onde ia e passou por o seu colega de equipa a treze quilómetros do final da etapa. Foi neste momento que Pineau passou o testemunho ao seu colega de equipa, o também francês Chavanel, que pedalou em solitário rumo à sua segunda vitória neste Tour de 2010.
As movimentações sucederam-se com a Quick Step a baralhar e a voltar a dar. Pineau isolou-se no comando, mas Chavanel atacou no grupo perseguidor e passou pelo companheiro de equipa a 13 quilómetros da chegada. Nessa altura, Pineau passou o testemunho ao colega de equipa e compatriota, que pedalou em solitário para a segunda vitória na presente edição do Tour. A surpresa viria depois quando Rafael Valls (Footon-Servetto), surpreendeu toda a concorrência mostrando as boas indicações que demonstrou no inicio da época, terminando esta etapa no segundo lugar.
Os principais favoritos não arriscaram na primeira etapa de montanha, mantendo-se todos nas posições com que iniciaram esta etapa.
Dos portugueses foi Sérgio Paulinho (RadioShack), que chegou primeiro, 66º, a 10m02s do vencedor da tirada. Rui Costa (Caisse D’Epargne) terminou em 80.º, a 12m59s. Na geral, Costa caiu para a 62.ª posição, a 15m12s, enquanto Paulinho ascendeu ao 80.º posto, a 21m18s.
Rui Costa já deu o seu feedback da etapa na página de fãs no Facebook. Esta página continua a crescer para orgulho de todos quantos dela fazem parte.
Passem por lá e deixem o vosso apoio ao Rui, ele bem o merece.
“Foi novamente uma etapa marcada por um calor sufocante. Se já era difícil acompanhar o ritmo que a dada altura se impôs, o calor não facilitou em nada. Até o alcatrão derretido se colava aos pneus.
As minhas sensações não foram as melhores, já se nota o desgaste destes 8 dias nas pernas. Felizmente segunda-feira é descanso :)
Se hoje já foi difícil, amanhã ainda mais difícil será, mas nada que não se ultrapasse. O objectivo continua a ser o de levar o Sanchez ao Top10 e é nisso que nos temos de concentrar.
Uma noite agradável a todos:) Dias melhores virão.”
Amanhã corre-se a oitava etapa, ultima desta primeira fase do Tour, que levará o pelotão desde Station des Rousses até Morzine-Avoriaz, num total de 189 quilómetros. Esta etapa terá o seu momento alto nos últimos cinquenta quilómetros da etapa onde estarão três contagens de montanha, duas de primeira (uma delas coincide com a meta), intercalado com uma de terceira.
Amanhã poderá acontecer o primeiro duelo de titãs entre os principais líderes.

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